Exercícios & Envelhecimento

Você já parou pra pensar em qual tipo de idoso você quer ser?

Exercício e envelhecimento, qual a relação entre eles?

E você idoso, está satisfeito com a sua saúde?

O processo de envelhecimento, ao contrário do que todos acham, começa desde que nascemos. O corpo vai passando por processos e transformações inevitáveis durante nossos anos de vida. Diante disso é preciso que tomemos alguns cuidados para que ao nos tornarmos idosos, a dependência seja a menor possível.

Aliás você já ouviu falar de Osteoporose, certo? E de Sarcopenia? Não?
Sarcopenia é o declínio muscular, um processo inevitável do envelhecimento onde perdemos massa, força e a velocidade em que contraímos os nossos músculos.
Se é inevitável então não temos que fazer? Nada disso. A Sarcopenia se não prevenida e cuidada pode trazer grandes prejudicados à nossa vida diária, como risco de quedas, menor capacidade aeróbia, e até disfunções hormonais, causando uma dependência cada vez maior.

Por isso a importância da atividade física.
Ao realizarmos frequentemente exercícios físicos ao longo de nossas vidas, a taxa de queda de massa muscular não cairá tão rápido quanto a de uma pessoa que passou sua vida sentada no sofá. Aos chegar em seus 35/40 anos, o declínio muscular ocorrerá de forma bem gradual e com isso, ao se tornar idoso, não terá grandes perdas, mantendo assim sua saúde estável.

“Ah, mas eu já estou muito velho(a) para começar, já passei dos trinta”.

Nada disso!!!
ANTES TARDE DO QUE NUNCA!
Procure já um profissional de Educação Física e comece a mudar o seu futuro, agora!

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF155196-G/SP

TOD, você sabe o que é?

Você com certeza já deve ter tido contato com alguma criança ou adolescente com um comportamento agressivo, desafiador, ou que ainda não consegue cumprir regras e lidar com o não.

Mais o que realmente é TOD?

O Transtorno Opositivo Desafiador, é um transtorno mental que afeta o neocórtex, sua parte frontal é responsável pela elaboração do pensamento, planejamento, programação de necessidades individuais e emoção. Nos indivíduos que apresentam o transtorno, esta região do encéfalo é como se entrasse em choque todas as vezes que ocorresse uma frustração, por exemplo, nas situações cotidianas de agressividade, raiva e choro.

Atualmente, a ciência não aponta um motivo específico para a causa do TOD. Estudos apontam algumas condições que possam estar relacionadas a origem do Transtorno, tais como; causas ambientais, gatilhos psicológicos ou até mesmo propensão genética.

Crianças ou Adolescentes com TOD apresentam comportamentos de fúria, agressão verbal, em ambiente familiar e escolar, são hostis e de poucos amigos, são rotulados como indivíduos desobedientes e não conseguem respeitar hierarquia, apresentam desejo de vingança bem latente.

Mas, a boa notícia é que este transtorno pode ser controlado, permitindo que família, indivíduo e a comunidade que está criança ou adolescente estão inseridos possam estar em harmonia. A qualquer sinal de umas destas características procure um profissional especializado, normalmente o TOD vem associado à outras dificuldades do aprendizado como por exemplo o Transtorno de Defict de Atenção e Hiperatividade (TDAH), dificuldades, alterações de humor, depressão, entre outros.

A terapia é realizada com equipe multidisciplinar contando com psicólogos, psicopedagogos e em alguns casos se necessário terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo, que fornecem psicoterapia individual e orientação à família e a escola de como lidar com o indivíduo com o transtorno

Se você tem um aluno, sobrinho, vizinho ou até mesmo seu filho apresenta estes comportamentos, procure um psicopedagogo ou indique um profissional, você estará ajudando uma criança e/ou um adolescente a ser mais feliz, aprendendo a lidar com estas emoções e permitindo que suas famílias possam viver em harmonia.

Vanessa Bueno
Psicopedagoga
CRPp: 903

Qual o melhor horário para treinar?

Antes do trabalho?  “Ah, Muito cedo, tenho que dormir”.

– No horário do almoço?  “Não, não tenho tempo, preciso voltar ao trabalho”.

– No fim do dia?  “Puxa, hoje não, preciso ir para casa descansar, fazer a janta”.

Afinal, qual é realmente o melhor horário para treinar?

Existem muitos estudos relacionados ao nosso ciclo circadiano (nosso ciclo diário de 24 horas) e o exercício físico. Muitos cientistas apontam horários específicos em que nosso corpo produz hormônios que ajudam mais na performance do que em outros horários do dia. Entretanto, para quem está começando, ou retornando as atividades, o mais importante de tudo é a regularidade. Afinal, de que adianta você treinar em um horário em que não gosta? Se você se forçar a acordar 5 horas da manhã para ir à academia, só por que te disseram que é melhor e mais rápido, esta motivação não vai ser o suficiente para que você se mantenha nessa rotina por um longo período.

Então a resposta para a pergunta inicial é: Um horário em que você não terá desculpas para não se exercitar! O horário em que você se sentir melhor!!

Não se preocupe com o horário ideal mas sim com o seu bem estar em fazer o exercício físico. É difícil, eu sei, mas ao longo do tempo e da regularidade você se sentirá melhor!

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP

Seque a barriga em 20 dias!

Cem, duzentas, quinhentas ou mil abdominais. Quantos são precisos para que possamos ter aquela barriga tão desejada das revistas?
Na realidade quando falamos em perda de gordura abdominal, não
devemos levar em conta a quantidade de abdominais feitos, mas sim a
porcentagem de gordura que possuímos na região.
O empirismo nos faz acreditar que para perder a gordura abdominal são
precisos exercícios que exijam força somente dela. Mas não é exatamente assim. Abdominais são sim importantes para a melhoria de nossa saúde, mas como uma forma de fortalecimento. A perda de gordura acontece a partir de qualquer exercício que nos faça gastar energia, e que depois de uma série de adaptações corporais, nos fará diminuir o percentual de gordura e variadas partes do corpo, inclusive, a do abdome.
A velocidade em que isso ocorrerá dependerá muito de organismo para
organismo, e principalmente de sua dedicação.

Contudo, lembre-se:


Para que você perca a tão odiada gordura localizada, não se mate na academia fazendo somente abdominais, coloque seu foco em uma dieta regrada elaborada pelo seu nutricionista e procure gastar mais energia do que você consome diariamente.

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP

MUSCULAÇÃO.

Musculação é somente para fisiculturistas?

Quantas vezes você mulher já se pegou pensando “Aah, eu não faço musculação por que não quero ficar musculosa”, ou até você homem já não ouviu dizer que para perder seus quilinhos a mais teria que fazer exercícios aeróbios ao invés de levantar pesos?

A musculação, sendo ela em máquinas ou em pesos livres, sempre sofreu esse “preconceito” de que quem faz, logo em 3 meses irá virar um fisiculturista. Um pensamento totalmente equivocado se pararmos para analisar o método com o qual são passados os treinos á cada indivíduo.

Então será que a musculação pode atingir objetivos que não só o ganho de massa muscular? SIM! A musculação como muitas outras atividades têm diversas vertentes para nossa saúde. Ela pode ser aplicada para resistência muscular, potência, correção de postura, e até mesmo para o emagrecimento. Tudo depende da forma que o profissional da área planeja o seu treino.  A diferença não será nos exercícios feitos mas como são feitos, com maior ou menor intensidade, maior ou menor carga, qual a frequência de treino e também o seu tempo de descanso. Tudo isso interferirá no seu resultado desejado.

Portanto, se você gosta de musculação mas tem medo de fazer, procure um profissional devidamente qualificado para que ele possa aplicar o método certo a você, diante do seu objetivo específico.

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP

“Foco, feriado… feriado ou foco!?”

Aaah, feriado!

Como esperamos por esse merecido descanso não é mesmo? Aquele churrasquinho, aquele almoço na casa da mãe, da avó, aquela saída para jantar fora. Mas e a dieta, como fica? Afinal, é tão complicado mantê-la durante a semana, quem dirá em feriados prolongados onde não queremos cozinhar, e sim sair para comer e se esbaldar em comidas gostosas.

Mas é exatamente aí onde fica o problema. O exagero. Não podemos negar o quão é prazeroso comer fast food, pizzas, ou até mesmo se acabar de comer em um simples almoço de família. A comida traz prazer ao nosso corpo, isso é incontestável. Porém, quando se trata de mudança de hábitos, emagrecimento, é preciso que usemos um pouco mais a sabedoria nesse momentos de lazer.

Nós podemos sim, sair da dieta nesses momentos, isso poderia até fazer com que você continue focado. Te trará mais motivação para continuar. Entretanto, é preciso disciplina para que não ocorram exageros. Nada de pratos muito grandes, repetições.. Coma bem, mas coma o suficiente. Coma uma colher de brigadeiro, e não a panela toda. Garanto que se sentirá melhor em perceber que conseguiu ter disciplina e controle sobre si mesmo.

E não se esqueça, dieta sem exercício físico não leva ninguém ao objetivo desejado. Por isso, procure um profissional para que ele possa te ajudar a manter a rotina de exercícios físicos até mesmo no feriado. Uma simples caminhada diária, exercícios funcionais dentro da sua própria casa, farão com que você não saia da sua rotina e mantenha seu corpo sempre em movimento.

Mantenham o FOCO e um bom feriadão a todos.

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP

Preferência

Quantas vezes você já se pegou indo a academia por pura pressão? Quantas vezes você já desistiu de um programa de treinamento, quando na verdade nem gosta do local, nem das pessoas e nem do que faz lá?  Várias nao é mesmo? Esses fatores indicam que você não faz atividade física por prazer, e sim porque é obrigado.

É comum que profissionais da área da saúde indiquem aos seus clientes sempre as mesmas atividades como musculação, natação, pilates. Mas a sociedade precisa saber que não existem só essas atividades, o mundo do exercício físico é muito amplo.         

Do que adianta você começar em uma atividade na qual não gosta, e nao ter regularidade na mesma? O segredo da atividade física está na aderência. Se você gosta de caminhada, se sente bem fazendo, torne-a rotineira. “Ah, mas eu já fiz vários tipos de atividade fisica e nao gostei de nenhuma!!” Eu duvido que tenha praticado todas!! Danças, pular corda, ginástica, esportes coletivos, esportes individuais, esportes radicais, circo, lutas, patins, slackline.. existem milhares de atividades e dentro delas milhares de métodos de se trabalhar.

O corpo humano foi criado para estar em constante movimento. Uma vez que atividades físicas são impostas a nós em nossa infância, esta se tornará muito mais que uma atividade de lazer, será sua válvula de escape dos estresses diários, podendo se tornar até um vício, um vício que só te trará benefícios. Por isso, procure sempre um profissional capacitado para que ele possa lhe mostrar as mais diversas maneiras de você ir muito além de cuidar da sua saúde física, mas sim SER FELIZ se movimentando!

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP

Alongamento, antes ou depois?

Chegamos na academia e a primeira coisa que nos mandam fazer é aquele mesmo alongamento de sempre. Puxa daqui, puxa de lá, pernas, braços e em 5 minutos já começamos o treino pra valer.

Será que realmente é válido estes simples alongamentos antes do treino?
Será que se não fizermos iremos nos lesionar?
O alongamento sempre foi e continua sendo uma das maiores dúvidas no meio dos  profissionais da saúde e atividade física. De fato a preparação do corpo para o início de uma atividade física, seja ela qual for, é essencial. Entretanto o que pouca gente sabe é que esses alongamentos padrões que são passados nas academias não preparam o corpo. Para que nossa estrutura corporal esteja realmente preparada para um estímulo é preciso que ela seja aquecida. O aquecimento corporal fará com que nossos músculos e articulações “acordem”, tenham uma maior circulação sanguínea, evitando assim possíveis lesões. O alongamento NÃO aquece, e muito menos ajuda na flexibilidade. Ou seja, o alongamento antes do exercício não tem nenhuma utilidade.

“Ah, mas eu sempre faço e quando eu nao fiz, me lesionei”.

A lesão muito provavelmente não aconteceu por conta de não fazer o alongamento, e sim por outras variáveis fisiológicas como a não preparação (aquecimento) do corpo.

Com isso, o mais correto seria aplicar o alongamento no final, como uma forma de relaxamento. Os alongamentos no final do treino não devem ser intensos também, pois o risco de lesão é ainda maior, pois estando o corpo já cansado, um alongamento que exija muita amplitude articular poderá ocasionar um estiramento na fibra muscular. Então um conselho: Na próxima vez em que for fazer o seu treino, certifique-se sim que seu corpo esteja devidamente aquecido.

Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP

Autismo, será que você tem pré-conceito?

Quantas vezes você já se deparou com a cena a seguir? Mãe em um supermercado nega comprar determinado produto e a criança que a acompanha, começa a se jogar no chão, gritar e a chorar. Acredito que pelo menos uma vez…


E o que você pensou logo de inicio?
“Nossa que criança mal educada! ou talvez,” Se fosse meu filho não faria isso” , ou ainda, “Criança mimada não sabe o que é um não!”
Mas muito dificilmente você tenha parado para pensar com um olhar diferente, levantando a hipótese que aquela criança pode estar agindo dessa maneira, pois não sabe lidar com a mudança repentina de planos, logo não sabe lidar com estas emoções, então esta é uma maneira da criança se comunicar e dizer de maneira subliminar: O que vou fazer agora? Sempre que vamos ao supermercado compramos bala de gelatina, e é simplesmente não?Eu não sei como agir,quando saímos da rotina.
É um fato que vivemos em uma sociedade estereotipada, cheia de preconceitos e paradigmas onde ditam regras e normas que estabelecem o que é certo ou errado. Quando deparam com uma criança dentro do espectro, ela não aparenta características físicas comparadas à outra criança que possui Síndrome de Down, por exemplo, logo as cobranças são maiores e o preconceito também, pois espera-se muito mais.
Em minha opinião, preconceito se combate com informação e conhecimento. Por exemplo, você com certeza já ouviu falar nestas personalidades: Bill Gates, Albert Einstein, Isaac Newton, Wolfgang Mozart, Charles Darwin e Michelangelo, todas estas personalidades apresentavam traços autísticos, e foram importantíssimas para a nossa sociedade, pois trouxeram uma contribuição muito significativa, seja na cultura, nas artes ou na tecnologia, graças a sua inteligência fenomenal.
O autismo ou como é conhecido dentro da comunidade cientifica: Transtorno do Espectro Autista (TEA), é um transtorno caracterizado pela inabilidade em lidar com questões sociais, são quadros do neurodesenvolvimento que se manifestam desde a primeira infância e afetam cerca de 1% da população mundial.


Isso reflete no comportamento do individuo da seguinte maneira: déficits na reciprocidade sócio‐emocional,déficits em comportamentos comunicativos não verbais utilizados para a interação social, prejuízos no desenvolvimento, manutenção e compreensão das relações, padrões estereotipados ou repetitivos de movimentos motores, de uso de objetos, ou de discurso, insistência na monotonia, adesão inflexível a rotinas ou padrões ritualizados de comportamento verbal ou não verbal, interesses fixos e altamente restritos que são anormais em intensidade ou foco, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais ou interesses incomuns em aspectos sensoriais do ambiente.
Mas, todas estas características podem ser amenizadas, se o quanto antes o responsável procurar um profissional.
Atualmente, temos o método ABA (Applied Behavior Analysis), é uma terapia, baseada na Análise do comportamento, onde escola, família e criança autista, participam para controlar tais hábitos e permitir que o indivíduo tenha uma vida funcional.

O psicopedagogo auxilia a criança autista a estabelecer a maneira mais adequada a socializar os conhecimentos que estão disponíveis, incentivar o desenvolvimento cognitivo da criança e ajudá-la na construção de regras de conduta mais assertivas; enfocando a convivência do indivíduo na sociedade. Além disso, o psicopedagogo contribui na compreensão, assimilação e orientação comportamentais, possibilitando aos pacientes um novo padrão de se relacionar com o mundo e até mesmo a quebra de paradigmas. Existem ótimos profissionais na área da Terapia Ocupacional que ajudam a introduzir, manter e melhorar as habilidades da criança que esta dentro do espectro, para que as pessoas com autismo possam chegar à independência. E a fonoaudiologia vem a contribuir para uma melhor comunicação do indivíduo, Portanto podemos perceber que existem profissionais que atuam como ferramentas para uma melhor qualidade de vida ao indivíduo autista.
O TEA atualmente é dividido em leve, moderado e severo. Esta classificação é feita pelo nível de prejuízo que o transtorno causa á pessoa. Por este motivo é importante o diagnóstico o quanto antes. Alguns atrasos no desenvolvimento associados ao autismo podem ser identificados e abordados bem cedo.
Por fim, antes de rotular ou brincar de maneira pejorativa com um colega chamando-o de autista, reflita!
A pessoa com autismo é extremamente inteligente e em grande parte dos casos, quando existe intervenção precoce consegue levar uma vida normal.


Se você conhece uma criança ou caso seu filho, tem um interesse restrito por determinado assunto, tem dificuldade na interação com os colegas, não faz contato visual, ou o contato visual é muito fugaz, não atende quando chamado pelo nome, (mesmo não apresentando nenhum problema auditivo), ao brincar não dá uma função correta para o brinquedo ou ainda, não lida bem com mudanças de rotina, procure um profissional. Não tenha preconceito! Dê a esta criança o direito de ter uma vida autônoma.

Vanessa Bueno
Psicopedagoga
CRPp: 903

No Pain, No Gain?

Quem nunca ouviu falar “se está sentindo dor é porque o treino foi bom”. Será que de fato é necessária tanta dor e tortura para obter nossos resultados na academia?

De fato essa dor que sentimos é uma condição inevitável quando se trata de um iniciante em atividades físicas. Isso acontece porque essa ação é nova, e acaba estimulando tecidos até então desconhecidos pelo nosso corpo, com isso ativam também a dor.

Qualquer dor em nosso corpo nada mais é do que um aviso de que algo de ruim pode estar prestes a acontecer, por essa razão vamos ao médico ou descansamos após um dia intenso.  A dor após um exercício físico é um indicador de que você precisa de descanso, caso contrário poderá sofrer uma lesão mais grave. Sim! Nosso corpo precisa de descanso para que os resultados surjam!  A dor irá sim acontecer, porém devemos nos alertar se ela se prolongar. Ao longo do tempo, quando seu corpo se acostumar com o estímulo, ele entenderá que aquele exercício não te machuca e você não irá se lesionar. Por esse motivo que depois de um tempo na academia paramos de sentir aquela dorzinha no dia seguinte.

“Mas Larissa, eu preciso sentir dor para emagrecer?”

Não, não é necessário!

Existem milhares de exercícios e métodos diferentes para os mais variados biotipos de pessoas. Você pode muito bem fazer exercícios que não te causem dor nenhuma, e tudo bem. Assim como praticar 30 minutos de exercício intenso ou 2 horas de exercício leve causam praticamente o mesmo resultado.

O que mais importa para quem está começando é a regularidade, e acima de tudo, sua preferência tanto por qual exercício fazer quanto para a intensidade (se gosta de sentir dor ou nao). Então, você, que está começando ou quer começar a praticar exercícios físicos, procure seu profissional de educação física e peça para ele aplicar o “Questionário de Preferência e Tolerância da Intensidade de Exercício”, assim facilitará sua aderência para haja uma qualidade de vida cada vez melhor!


Larissa Basso
Personal e Coach Esportivo
CREF 155196-G/SP